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Interior da Sala do Diretor

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Austin Powers

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Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Austin Powers em 3/7/2014, 18:41

O interior da sala do diretor Austin Powers é amplo e bem arrumado - a sala é um pouco maior do que as salas dos professores. A sala é povoada por diversas fotos do diretor em momentos distintos. Há uma escrivaninha, onde sempre estão alguns livros e uns papéis, e alguns armários variados, cujo seu interior é desconhecido de todos. Existem algumas janelas, e o mais importante, há uma espécie de pedestal, onde fica a velha coruja do diretor, de nome Tutty.
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Matthew Spencer

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Matthew Spencer em 3/7/2014, 19:12

Matt chegou ao local indicando uma parte grande e livre da sala onde existia uma enorme janela de onde era possível ver toda Edoras e parte de Verdello. Aparentemente, Spiegel deveria esperar ali.

Continuando, com certa rapidez, Matt sentou-se na escrivaninha do diretor e pegou alguns papéis na gaveta, começando a escrever logo em seguida.


Carta do Diretor escreveu:Prezado professor,

Solicito sua presença imediata na Sala do Diretor para que possamos tratar de assuntos de interesse de Edoras. Por favor, não se atrase e sobretudo traga sua varinha.

Atenciosamente,
Diretor Matthew Spencer

A carta era breve, mas trazia o emblema oficial da escola e a assinatura inconfundível de Matthew, demonstrando que era um assunto sério.

Cada carta era direcionada a exatamente um professor, dentre eles: Steve Williams Turner, Magnus Scalare, Valentine Kampfer, James Nodles e Amelie Brittan.

Cada uma foi enfeitiçada por Matthew - utilizando sua varinha - e enviada aos seus destinatários. À esse momento, todos deveriam estar em Edoras, mas se não estivessem, a carta os achariam.

Matt então se levantou e se juntou a Spiegel na janela.

- Quem diria que um dia estaríamos aqui - disse Matthew, nostálgico de certa forma - Nessa sala, com essas responsabilidades - completou olhando para sua velha varinha de Teca e Cordas de Coração de Dragão.

Não seria exagero dizer que ambos já não eram mais amigos, mas tudo o que aconteceu anteriormente, desde os 12 anos em Edoras, tudo o que se passou... Não tinha como ignorar que a história de ambos era ligada por Edoras, e a quantidade de tempo que se passou desde que começaram a frequentar a escola.
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Joe Spiegel

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Joe Spiegel em 3/7/2014, 23:15

Fazer todo aquele trajeto com Matheus, mesmo que em silencio, trouxe muitas lembranças para Joe. Edoras foi uma grande parte de sua vida no passado e mesmo que ele tenha posteriormente estudo em Hogwarts, viajado o mundo e até mesmo trabalho no ministério, Edoras sempre fora para ele o local magico de sua vida. Filho de um trouxa com uma bruxa abortada, foi somente em Edoras que descobriu sua capacidade, foi o local onde jurou que sempre daria o melhor de si pela sua mãe quando esta veio a falecer.

Agora, na sala do diretor, ao lado daquele que foi o primeiro amigo bruxo que veio a fazer, com toda certeza se sentia diferente. As palavras de Matthew só vieram a reforçar todo o sentimento que o agora professor sentia.


- Naquele dia que nos conhecemos eu não sabia nem segurar uma varinha. - Com um olhar distante, como se lembra-se algo, Joe sorriu. - Não preciso te lembrar disso, você me encheu o saco por anos depois de tudo que aconteceu na primeira vez que fizemos esse mesmo caminho até a Edoras.

Mesmo anos depois, ainda se sentia constrangido lembrando de todas as burrices que fizera no passado. Felizmente, aquilo tinha ficado no passado e as idiotices tinham ficado para trás. Como o amigo bem notou, lá estavam eles, na sala do diretor, praticamente comandando a escola sozinhos naquele momento em que o diretor Powers se ausentava.

- Ainda bem que crescemos desde aquele dia. - Falou Joe andando pela sala e olhando como estava o gabinete de Powers. Já tinha visitado a sala algumas vezes quando o antigo diretor dirigia a escola, agora, com Powers, toda visita era uma surpresa. - Me arrisco dizer que somos quase duas pessoas totalmente diferentes daquelas que se conheceram no primeiro dia de aula.

Parando sua volta pela sala, Joe então se voltou ao amigo.

- Nunca disse isso antes, mas você é um bom professor Matthew. O tempo te fez bem, a escola está boas mãos na ausência de Powers. - Então, fazendo menção de se sentar em uma das cadeiras aleatórias da sala, Joe perguntou. - Alguma previsão de quando ele volte?[/color]
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Matthew Spencer

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Matthew Spencer em 4/7/2014, 00:22

Surpreendente a situação, era só o que Matt conseguia pensar. Ele jamais imaginaria que ele e Spiegel estariam ali, naquele exato instante 27 anos depois de se conhecerem naquele dia chuvoso de início de ano. O professor de Feitiços olhava para aquela varinha com carinho, já eram 27 anos empunhando-a em diversas situações incluindo contra o próprio Spiegel em duelos durante os cinco anos iniciais de ambos em Edoras e posteriormente...

Joe revelou que naquela época ele sequer sabia empunhar uma varinha, e Matthew não poderia mentir, já houvera feito, mas não sabia tanto sobre o mundo bruxo. Muita coisa mudou naquele dia, quando conversou pela primeira vez com o Sr. Portgas onde o mesmo ofereceu aquela varinha que segurava no momento. Sua vida mudou.

- Eu também não sabia muito sobre magia... - disse Matt continuando a nostalgia - Você sabe, meus pais não queriam que a fama de meu pai me afetasse e me mantiveram meio isolado do mundo mágico - completou se sentindo orgulhoso pela atitude deles, afinal isso o fez uma pessoa melhor, o fez querer trilhar o próprio caminho ao invés do caminho de filho do Sr. Telonius Spencer.

Matthew riu bastante da última frase de Spiegel. Realmente, os dois sempre trocaram umas farpas, e apesar de mais reservado na época, Matt sempre teve aquele estilo irreverente e brincalhão. As lembranças vinham muito rápido, lembrou que deixara Edoras para estudar e depois ser professor em Hogwarts, assim como lembrou da surpresa por ser indicado como professor de DCAT após a derrota de Voldermort, e a tristeza que o fez deixar o cargo, quando seu pai, sua referência de grande homem, se foi. O tempo em Beauxbattons, o famoso retorno à Edoras juntamente com Spiegel... Os dois aliás, tinham uma bela história com a escola, cresceram nela e criaram uma ligação com ela, e porque não, se tornaram amigos lá. Podiam ter farpas, mas Matt jamais tiraria sarro de Spiegel se não se importasse com a amizade.

- Concordo inteiramente - Matt sorriu - A evolução foi uma presença constante, e acredito que sem ela, não teríamos chegado até aqui - terminou com essa bela frase. Era difícil imaginar, mas realmente Matthew estava mais maduro após tantos anos.

Matthew não notou muito a movimentação de Joe pela sala, prestava a atenção em cara palavra dele - coisa que era meio raro - mas só conseguia olhar para a frente, para a escola que tanto lhe era importante. Os últimos anos houveram sido diferentes, o irreverente Powers substituiu Machaut, que era o diretor quando ambos estudaram em Edoras, Machaut que morreu misteriosamente nos anos subsequentes. As marcas do tempo também pairaram sobre a "Velha Guarda" dos professores, na qual só sobraram na escola Turner e Scalare... É... O tempo era realmente implacável.

Spencer se surpreendeu com o elogio de Joe a ele. Joe nunca houvera dito aquilo sobre Matthew de forma tão sincera, e nem Matt - que apesar de nunca duvidar de sua capacidade - acreditava 100% que estava sendo um bom diretor.

- Agradeço, também lhe considero um grande professor amigo, e acredito que seria um excelente diretor - disse Matt, que, obviamente não perderia oportunidade - Apesar de você gostar de História da Magia - completou aos risos, Matt odiava História da Magia e toda a parte teórica mágica.

Poderia-se dizer que a amizade entre os dois estava relativamente restaurada após tantos anos. Quer dizer, Matt e Joe jamais deixaram de ser amigos totalmente, mas as relações estavam estremecidas há muito. De qualquer forma, Matt ficou feliz por ter tido essa conversa, o relembrou dos bons tempos e o motivou ainda mais a seguir em frente.

Entretando, teve que voltar e relembrar das preocupações atuais quando Joe perguntou sobre o diretor Powers.

- Spiegel, pra ser bem sincero, Austin não se comunica com à Escola fazem exatos seis meses - disse Matthew em um suspiro.

O problema era que aquilo era só uma parte do que estava acontecendo... Algumas coisas seguiam ocultas - Joe por exemplo, revelaria parte disso -, mas outras Matt tinha plena consciência de que havia algo de muito errado nessa saída.
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Joe Spiegel

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Joe Spiegel em 4/7/2014, 20:03

Enquanto os demais professores não chegavam era interessante ter aquela conversa sincera com o Matthew naquele lugar tão simbólico que era a sala do diretor. Mesmo nenhum dos dois sendo de fato o diretor da instituição, era simbólico ambos estarem ali com aquelas responsabilidades. Com toda certeza era o ápice de mais um ciclo vitória da vida daqueles garotos.

No entanto, Matt não perdeu tempo em estragar o clima nostálgico com mais uma de suas piadinhas.


- Já discutimos sobre isso. Descobrir sobre um mundo como esses para quem não fazia ideia da existência é marcante, todo garoto trouxa, ou que foi criado como um, deve ter o mesmo sentimento de tentar descobrir o máximo possível sobre o mundo bruxo. – Disse Spiegel fechando a cara e levantando a sobrancelha. – Devo muito do que aprendi sobre magia aos meus estudos sobre bruxos geniais como Merlin, Dumbledore, Edessa Sakndenberg, a família Flamel, os irmãos Peverell. Se evolui tanto, aprendi tanto, e tenho o mínimo de habilidade magica que tenho hoje, muito devo a ter aprendido sobre esses e outros bruxos  e como eles utilizavam a magia.

Então, recostando sobre a cadeira com um ar de superioridade, disse com um sorriso meio irronico.

- Sem contar, que somos nós, historiadores que vamos dizer no futuro se diretores como... sei lá... Matthew Spencer... foram bons diretores.

Logo em seguida, notando que o elogio sincero tinha lhe rendido também elogios sinceros. Ficou satisfeito pela reciprocidade do colega de longa data.

- Agradeço as palavras. – Sorriu num misto de timidez e satisfação. – Não nego que o cargo de diretor me atraia um pouco, mas não acho que a escolha de precise de outro agora.

No entanto o momento de ameninas e elogios logo passou, e a verdade veio à tona. O diretor Austin Powers não se comunicava com a escolha há exatos seis meses. Isso era de fato muito estranho, principalmente pelo que descobrira na França.

- Isso é preocupante. – Começou a falar Spiegel. – Ele me pediu para manter os olhos nas propriedades e ajudar você no fosse preciso., também me mandou uma única coruja, logo depois do termino do ano letivo, provavelmente quando ficou sabendo da minha viagem de férias e pediu para observar e tentar descobrir um pouco sobre um grupo chamado “Chasseuers”. Você morou na França por algum tempo, já tinha ouvido falar deles?
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Matthew Spencer

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Matthew Spencer em 4/7/2014, 21:11

A conversa era muito boa, fazia Matt se sentir bem e como já destacado nostálgico, afinal não era sempre que cenas como aquela ocorriam, apesar do momento não ser o melhor de todos em Edoras.

Matt até tentou, mas não conseguia parar de achar graça do discurso de Joe sobre História da Magia, parece que o velho Joe ficara bem enfurecido com suas palavras sobre a chata e enfadonha disciplina, pra completar o clima engraçado, Matthew ainda fez uma cara de "Bla, bla, bla, bla" junto com um gesto de mãos indicando isso.

- Eu já preferi me espelhar em quem ainda estava vivo e ao meu lado no presente do que olhar pro passado - completou de forma ainda mais debochada.

Obviamente aquele clima não duraria mais por muito tempo, mas Matthew estava se divertindo com a reação de Joe a zoeira em relação a História da Magia.

Passados os risos a conversa se seguiu com o agradecimento de Joe aos elogios sinceros de Matthew. Aquilo era algo raro, mas provavelmente fora satisfatório para ambos, visto que foi possível notar o respeito mútuo entre ambos.

Matt então começou a ouvir o que Joe tinha à dizer sobre Powers, e parecia que não era nada lá muito positivo. Ele comentou sobre um grupo chamado "Chasseuers", pelo visto franceses, que Matt ouvira falar sim durante sua longa estada na França, mas nunca obteve grandes detalhes por serem tempos de paz.

- Caçadores de tesouros... Ouvi falar em uma reunião com os diretores sobre a ação desse grupo na comunidade bruxa durante a época em que Voldermort estava no poder - disse Matthew pensativo - Questionei à eles sobre eles, mas eles disseram que a ação dos mesmos reduziu muito após a queda do mesmo - completou - Parece que eles, naquela época, aproveitaram o caos generalizado para imprimir um maior ritimo em suas ações - encerrou Matt, que sabia certas coisas sobre, mas não imaginava o porquê de Austin ter pedido para ficar de olho neles.

Matthew estava tentando entender o que Austin Powers acreditava em relação à esse relacionamento intercontinental. Realmente era muito estranho, e não parecia ser algo de que Spencer fosse desconfiar, exceto se Joe contasse mais sobre.
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Steve Williams Turner em 8/7/2014, 22:08

Lá estava Turner e os demais professores adentrando ao local. Como ele já estava esperando, Spiegel já estava no local sentado, enquanto Spencer, que ele já esperava que estivesse esperando, aparecia centrado, olhando a grande janela à sua frente. Se aproximou vagarosamente do segundo, e como "terceiro no comando" - não oficialmente - tratou de se postar como tal.

- Bom dia estimado diretor - dizia ao ex-aluno, o cumprimentando com um aperto de mão - Qual a importância de nossa presença? - completou de forma elegante.

Turner era um dos que fora favorável à promoção de Spencer ao cargo de vice-diretor, afinal - apesar do desinteresse pela teoria, fundamental no pensamento de Turner -, o rapaz sempre se mostrara competente em tudo que fizera dentro e fora de Edoras, além da vasta experiência incluindo a docência em três escolas de renome. Turner considerava ele mesmo e Scalare fora de tempo - ou velhos demais - para o cargo, e os demais muito jovens, exceto Spiegel, que tinha menos experiência como professor e ainda menos nas questões administrativas, o que pesava ainda mais pela escolha de Spencer.
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por James Nodles em 9/7/2014, 05:46

Nodles acompanhou os demais professores e adentrou na sala do diretor, onde encontrou Spencer e Spiegel, dois professores que sempre admirou, desde a época do colégio, quando os dois, um ano mais velhos que ele, eram seus veteranos e sempre recebiam enorme destaque na escola. Congelado por estar ali com seus idolos, simplesmente os cumprimentou.

- Olá Professores... Como é bom revê-los... Spencer... Spiegel...
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Magnus Scalare em 9/7/2014, 22:38

- PROFESSORES! – Exclamou magnus assim que entrou na sala do diretor.

Apesar de acreditar que ele ou Turner merecessem mais o cargo de Vice-Diretores e/ou de Diretores Interinos na ausência do Diretor Powers, ainda assim era inegável os poderes de Spencer e Spiegel. O primeiro, Spencer, além de qualidades magicas impressionantes, também tinha uma histórico acadêmico em três das maiores academias de magias do mundo, Edoras, Hogwarts e Beauxbatons, tendo estudo nas duas primeiras e dado aulas nas três, sendo inclusive vice-diretor e diretor interino de Beauxbatons e Edoras, fato admirável para um jovem que ainda não tinha 40 anos. Já o segundo, Spiegel, embora não tivesse um histórico de direção como o primeiro, ainda assim tinha se formado com méritos em Edoras e estudado posteriormente em Hogwarts, fato que lhe abriu portas em todo o mundo, sendo um bruxo conhecido em vários locais do plano e inclusive trabalhado em dois ministérios, o norte-americano e o brasileiro, sendo que, mesmo não fazendo mais parte em tempo integral do ministério, ainda é cotado como um dos futuros ministros da magia brasileira. Sua saudação e admiração para os dois não poderia ser menos calorosa.

- Meus amigos! – Disse apertando a mão dos dois. – Spencer! Spiegel! Como é bom revê-los! Espero suas férias tenha disso boas! Aprontou muito na viagem a Paris Spiegel?

Magnus notou que os professores não estavam com a cara muito aberta, mas ele não podia deixar de fazer seu papel social naquele momento.
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Matthew Spencer

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Matthew Spencer em 10/7/2014, 22:41

Matthew seguia focado, com seus pensamentos em tudo o que andou ocorrendo e as situações que o levaram até ali. Tudo desmanchou um pouco quando ouviu passos, claro, eram os professores de Edoras chegando para a reunião. Turner tomou a dianteira e cumprimentou o velho amigo, era ótimo ter o respeitado professor-escritor de Runas e Chefe da Rowen de volta ao cargo de onde não deveria ter saído.

- Bom dia professor Turner - Matt sorriu apertando a mão do velho professor - Mais uma vez devo dizer que é muito bom te ter de volta em nosso corpo docente - completou Matt, que tinha um enorme respeito pelo professor, apesar das frequentes dormidas em suas aulas na década de 80.

O diretor interino então notou que os demais professores se dirigiram a ele. Primeiro foi James Nodles, que nos tempos de Edoras era de uma turma abaixo da de Matt e Joe. Apesar do estilo meio atrapalhado de James e de, nos tempos de escola, ambos serem meio distantes, Matthew era simpático ao professor, que sempre fora um aluno extremamente esforçado e parecia nutrir uma admiração pelo atual chefe da Finwer.

- James, também é ótimo lhe rever... - disse ao professor, sendo relativamente simpático.

Outro professor à cumprimenta-lo no momento fora Magnus Scalare, um dos mais velhos do corpo docente de Edoras. O exigente Magnus fora seu professor de Poções em Edoras, e Matthew deveria admitir, tudo que sabe hoje de Poções foi graças à aquele velho homem - e não era pouco o conhecimento dele na área -, Scalara era realmente um ótimo professor. O velho professor de Poções chegara de forma mais descontraída e menos comedida que o tradicional Turner e o "jovem" James.

- Bom dia Magnus, as férias foram, digamos, burocráticas - disse Matt apertando a mão do professor. Ele se referia à toda parte burocrática de ser diretor, que o deixou bem cansado pra falar a verdade.

Matthew então decidiu cumprimentar as professoras antes de tomar a palavra para si e enfim responder à pergunta de Turner. A primeira era Valentine Kampfer, uma professora que já estava há um tempo em Edoras - entrou substituindo um dos professores que mais "pegava no pé" da preguiça de Matt, George Gymotus -, mas que Matthew sinceramente conhecia muito pouco sobre ela. O que Matt não sabia, é que já havia sido professor da então menina de 12 anos em Hogwarts, quando lecionou Defesa Contra As Artes das Trevas por um ano, porém, como não costuma guardar nomes - chamava-a de Kampfer -, assim como as mudanças físicas profundas da mesma, jamais percebera que ambas eram a mesma pessoa.

- Bom dia Srtª Kampfer - disse acenando para a professora. Em outras tempos faria uma piadinha falando da beleza da professora ou coisa parecida, mas hoje era uma pessoa diferente.

A outra era uma nova professora, contratada a pedido de Powers para ocupar o ex-segundo cargo de Spiegel. Seu nome era Amelie Brittan, que estudara em Hogwarts na mesma época que Matthew "estagiava" na escola, e até por isso que ambos se conheciam. O contato foi meio que perdido quando Amelie se formou em Hogwarts e Matt continuou como instrutor de duelos da escola, onde viria, posteriormente, a se tornar professor de DCAT.

"Céus...".

Matthew rapidamente percebeu que a professora sequer tinha parado em sua nova sala antes de seguir para a sala do diretor interino - segurava sua bolsa e alguns livros. Também pudera né? Matthew não mostrou onde era sua sala e fez aquela convocação relâmpago de todos os professores. Que deselegante Sr. Spencer.

- Ahh... Amelie, desculpe ter sido tão deselegante - disse Matt chegando mais perto enquanto coçava a cabeça - Deveria tê-la deixado se acomodar antes desta reunião - completou Matt se sentindo um pouco culpado enquanto ajudava a moça a colocar suas coisas na mesa do diretor - De qualquer forma, como você está? Faz muito tempo que não nos vemos - estampou um sorriso no rosto. Embora não fossem grandes amigos, conversavam bastante na época em que Matt estagiava em Hogwarts.

Passados os cumprimentos, Spencer indicou onde todos poderiam se sentar para começarem a reunião. A área era próxima à janela que Spencer tanto observara mais cedo, e as cadeiras eram  dispostas de forma circular, uma ao lado da outra.

- Primeiramente gostaria de apresentar-lhes a professora Amelie Brittan - disse Matt, embora soubesse que todos toparam com ela minutos antes da reunião começar - Ela lecionará História da Magia no lugar de Joe Spiegel, que era suplente da disciplina - completou Matt que gostaria que chegasse algum professor para assumir TCM ou DCAT, três disciplinas eram demais pra ele - Digam "Olá" pra Srtª Brittan! - encerrou voltando com seu jeito descontraído de ser.

O clima estava relativamente agradável e amistoso, era uma boa reunião de professores, que obviamente tinham excelentes relações uns com os outros. Infelizmente, Matt teve que começar a quebrar parte do clima.

- A razão de nossa reunião, infelizmente, são as perspectivas de futuro de Edoras, os desafios que teremos, e os fatos atuais, que acredito que vocês devam estar cientes - iniciou Matt com um semblante mais sério que o normal - Nosso diretor, Austin Powers, como sabem, está fora da escola faz um tempos e vinha se comunicando como de costume - pausou de repente - Porém, fazem seis meses que não temos nenhumas notícias do mesmo, ou informações claras sobre seu afastamento... A situação está um tanto quanto estranha... - completou Matt de forma um pouco sombria.

Matt não poderia ter sido mais claro, o afastamento de Powers fora esquisito, mas sua falta de comunicação nos últimos meses deixou isso mais estranho ainda. Spencer não sabia o que Spiegel fora fazer na França à mando de Powers, mas se antecipou dizendo certas coisas que sabia.

- Estive com o Ministro da Magia há uns tempos e fiquei sabendo de coisas nada agradáveis relacionadas à situação atual das fronteiras mágicas de nosso pais - disse Matthew repentinamente - Foi-me revelado movimentações estranhas na região da Amazônia e pelo que pude apurar, não é exclusividade nossa... Em locais como Peru, Grã-Bretanha e o Oriente Médio, pude perceber que toda a comunidade bruxa está meio que em estado de alerta - completou.

Matt sabia de mais do que houvera contado no momento, mas imaginou que as informações de Spiegel se encaixariam melhor com o que ele disse inicialmente do que o que ele tinha que dizer a seguir. Quem sabe todos juntos poderiam encaixar completamente as peças do "quebra-cabeça" antes de decisões serem tomadas.

- Agora deixo a palavra com o professor Joe Spiegel, que provavelmente possui algo a dizer em relação às suas recentes férias na França - finalizou Matthew, autorizando Spiegel a tomar a palavra.

Quais seriam as palavras do velho amigo? Também estava interessado em saber a reação de Turner a aquilo tudo, tinha quase total certeza de que o velho professor sabia de algo que ele desconhecia, e que os ajudaria a melhorar a precisão do conhecimento sobre o que poderia estar ocorrendo.
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Joe Spiegel

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Joe Spiegel em 11/7/2014, 21:22

Se podia notar que algo estava errado quando Matthew Spencer, lendário fanfarão da casa Finwer e agora professor de Feitiços, estivesse falando algo com seriedade. Infelizmente aquele era um desses momentos.

Um a um os professores foram chegando, e já prevendo que não seriam boas noticias, Spiegel cumprimentou seus companheiros sem dar muita empolgação. Então, depois de ouvir as palavras do vice-diretor e diretor suplente Spencer, Joe se prontificou para complementar o que tinha ouvido.


- Muito obrigado professor Spencer. – Disse Joe agradecendo com um aceno de cabeça. – Preocupantes essas noticiam. Principalmente se começarmos a ligar os fatos. Antes de cessar completamente a comunicação, o diretor Powers, sabendo de minha viagem a Europa, pediu para observar alguns elementos suspeitos na França.

Joe fez uma pausa breve antes de falar o que investigara. Nessa pausa, olhou brevemente o rosto dos demais professores para ir acompanhando suas reações.

- Acabei descobrindo que esses nomes que tive que acompanhar estavam ligados a famosa organização “Chasseuers”.

O professor fez outra pausa, queria ver qual seria a reação deles ao ouvir aquele nome, será que algum deles já conhecia essa organização?

- No momento, não entendi por que Powers pediu para acompanhar essas pessoas, mas ao conversar com Matthew aqui no Brasil, pensamos que o diretor Powers esteja prevendo alguma ação desses caçadores de tesouros na região da escola. Essas ações bruxas na região devem ser observadas com cautela por si só, mas juntando um mais um, tendo em mente que Powers não sumiria e nem pediria nada a ninguém por acaso, acho que é natural que façamos a ligação de que esses bruxos da Chasseuers sejam os mesmo que estão agindo na amazonia e que possam eles vir a nos ser um problema.

Não tinha ficado claro para Joe se os demais professores entendiam a linha de pensamento deles. Mas esperou para ver qual seria o desenvolver daquela conversa. Precisavam tomar medidas de segurança e manter a vigilância constante, principalmente para proteger os alunos e o território do liceu.
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Valentine Kampfer

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Valentine Kampfer em 12/7/2014, 19:59

- Bom dia, Professor, digo, Diretor - Disse retribuindo o aceno ao antigo professor.

Ainda não havia perdido o costume de chama-lo assim, mesmo ele tendo sido professor dela por somente um ano. Deveria admitir que foi uma das alunas que mais deu trabalho a ele, não era muito boa na matéria nos seus dois primeiros anos, só depois, com o passar do tempo e muita dedicação, que se tornou melhor.

O ex- professor de Historia da Magia, Joe Spiegel, também estava ali e pela cara que ele e o Spencer estavam, o assunto era mais sério do que pensava. Não demorou muito para que todos estivessem na sala. Spencer, pôs se a falar e, como já era esperado, apresentou a Professora que substituiria Joe.
Mas ela não era o único assunto para ser tratado ali, havia algo mais e este foi sendo explicado logo após as apresentações. Powers passar as férias longe do liceu não era notícia nova, aquele era um período para se descansar, mas ele ter estranhamente parado de se comunicar com Spencer, era preocupante.

A princípio o que Spencer disse sobre anormalidades em diversos locais não fez muito sentido, porém logo chegou a vez de Spiegel de completar as informações.


- Eu fiquei sabendo sobre essas movimentações estranhas, porém não dei muita importância. Foi um burburinho curto, que não durou muito em Dublin. - O sorriso que antes possuía, foi substituído por semblante sério e que quase não combinava com a Professora. - Se Powers pediu que você investigasse e algum tempo depois sumiu, podemos supor que essa organização talvez tenha algo a ver com o sumiço dele, não é?
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Magnus Scalare em 13/7/2014, 06:17

No ano de 1969, o então jovem professor sonserino Magnus Scarlare, se formava na milenar escola de magia de bruxaria de Hogwarts. Os anos posteriores a sua formatura não foram nada fáceis. Não pela questão financeira, vinha de uma família bruxa antiga, tinha muito dinheiro, influencia e, principalmente, amigos para contar não só na Inglaterra, mas também em todo o velho continente.

No entanto, a década de 70 foi marcada pela ascensão do Lord das Trevas, Aquele-Que-Não-Deve-Se-Nomear, que durante aquela década aterrorizou e colocou todo o mundo em vigilância constante. Infelizmente, Scalare viu amigos e familiares próximos se juntando não somente a causa de Voldemort, como também se aproveitando da situação para juntarem mais tesouros ainda a sua já grande pilha de moedas de ouro, artefatos e relíquias em gringotes.

Pouco antes da queda de Você-Sabe-Quem, Magnus, vendo pessoas queridas fazer atrocidades, resolveu se desvincular de seu pais, que na visão dele, estava em escrutínio. Veio para a America e descobriu um novo mundo, sendo que, um ano após a primeira queda de Voldemort, quando pensava em voltar para a casa de sua família, foi convidado pelo então diretor, Guillaume Machaut Neto, a lecionar a matéria de poções em Edoras.

Infelizmente essa decisão não foi vista com bons olhos pela comunidade bruxa europeia. Muitos bruxos de famílias nobres,  de famílias de puros de sangue,  e dentre estas sua própria família, se antes em sua grande maioria repudiavam a ‘fuga’ e a recusa de auxilio para com o senhor das trevas, depois da queda de seu senhor, repudiava que este não volta-se para ajudar a reconstruir o nome de sua família e a honra dos puro-sangue, fato que o acabou rendendo o apelido de covarde entre as de sangue-puro ingleses.

Felizmente, por outro lado, achou uma nova casa, uma nova família. Os mais de 30 anos no Brasil e em Edoras não poderiam ser melhores, principalmente depois da queda final daquele-cujo-nome-não-se-pronuncia. Porem, ouvir sobre atividades dele e daqueles que se aproveitaram da anarquia instaurada por Tom Riddle, fazia com que velhas chagas, que o professor achavam já estarem fechadas e cicatrizadas, voltassem a sangrar. Um de seus melhores amigos no tempo de sonserina, Ted Grimes, depois de se formar tinha pressionado fortemente para que ambos entrassem para um grupo de caçadores de recompensa. Magnus não lembrava se eram esses  tais de Chasseuers, mas ficava desconfortável só de lembrar de tudo que vivera na Europa na década de setenta.

Após ouvir as informações de Matthew e Spencer, demorou um pouco, mas resolveu se pronunciar.


- Esses arruaceiros não serão problemas. – Disse em um tom mais serio. – Conheci alguns deles na época que morava na Europa. Eles só pensam em se aproveitar da discórdia causar o caos para distrair a atenção de seus reis objetivos. Grupos como esse ai se aproveitaram muito do caos causado por Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado para aumentar ainda suas cifras em gringotes.

Era nítido um misto de desconforto na voz de Magnus, para os bons observadores, poderia se notar até uma certa nota de raiva, mas não sozinha de uma nota de receio em seu timbre.

- Se esses tais de Chasseuers mesmo por aqui, o que duvido, pois sempre ridicularizaram o poder magico vindo das américas. Acredito que o que devem querer mesmo é aumentar mais ainda suas pilhas de ouro.

Parando um pouco para respirar, e parecendo mais calmo, o professor finalizou.

- Acredito que não devam vir a ser problema para a escola. No passado se disse muitas coisas sobre o El Dourado, isso nossa nova professora de historia Amelie e o nosso professor Spiegel podem confirmar, mas nunca foi provado nada. Tudo que temos aqui não passam de paredes velhas e nenhuma riqueza de fato. Tudo isso muito bem guardado por excelentes bruxos. Creio que não devemos nos preocupar com esses arruaceiros.
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Steve Williams Turner

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Steve Williams Turner em 13/7/2014, 18:45

Turner ouvia atentamento às palavras de Spencer, desde o início sabia que as coisas não estavam muito bem. Powers houvera sumido, e ninguém sabia onde estava. Certamente, quando ouviu sobre os Caçadores de Recompensa franceses, Turner se lembrou do trabalho de seu filho em terras africanas e deveria contar isso aos presentes no local.

Antes que pudesse reagir porém, a professora de Herbologia, Valentine Kampfer, fez um comentário pertinente. Talvez nem tivessem nada a ver, mas provavelmente Powers sabia que poderiam causar problemas, ou que quisessem algo no castelo quem sabe... Turner parecia estar com algo em mente.

Outro que comentou depois foi Scalare, um pouco alterado com a menção aos calçadores, teriam eles algo a ver com Voldemort? Turner não sabia responder, mas sabia que Scalare sofreu certos traumas no passado em relação ao primeiro reinado das trevas de Voldemort no mundo bruxo.

- Não seria pertinente ignorar uma ameaça Scalare - disse o diretor de Rowen, tomando a palavra para si - Você tocou num ponto importante, o El Dourado... Nunca foi provado, mas não podemos afirmar que não exista - completou de forma firme.

Discretamente Turner colocou a mão sobre o queixo para pensar antes de falar. Em relação a Scalare, sabia das pretenções do professor que se achava melhor escolha para vice-diretor que Spencer, mas talvez por atitudes como essa não o fosse aos olhos de Powers. Era extremamente competente, mas não poderia deixar a emoção falar mais alto que a razão nesses momentos, era preciso raciocinar e Turner era mestre nisso.

- Eu tenho um filho chamado Pedro e atualmente ele se encontra perambulando pela África em busca de artefatos bruxos antigos que o levem a uma antiga civilização bruxa, há muito extinta - começou a dizer pragmaticamente - Das últimas vezes em que me comuniquei com ele, o mesmo estava desapontado por notar que alguns sítios arqueológicos estavam aparentemente mexidos, e não parece que foram por arqueólogos - completou seu raciocínio. Seriam os tais Chasseuers?

Turner então deixou seu raciocínio no ar para que pudessem debater sobre. Ele parecia muito seguro sobre isso e alguns poderiam apostar que sabia mais do que contou, porém nada poderia ser provado no momento, nem mesmo por Turner. O professor de Runas agora pensava, como todos os outros, gostaria de descobrir mais sobre esse grupo francês, teriam mesmo alguma relação com Voldemort?
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por James Nodles em 14/7/2014, 00:10

Era um misto de emoções participar daquela reunião. Sentia medo do que pudesse vir a acontecer se aquela ameaça fosse real, mas se sentia feliz por fazer parte da historia, por fazer parte daquela reunião, com nomes tão importantes do mundo bruxo, decidindo sobre assuntos de segurança de Edoras.

- Mas então, o que vamos fazer? – Perguntou uma apreensivo professor Nodles, prevendo que essa possível ameaça fosse ressoar como medidas de segurança para fortalecer a defesa da escola. – O que acha que devemos fazer professor Spencer?
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Matthew Spencer

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Matthew Spencer em 19/7/2014, 23:13

"Tá de sacanagem né Spiegel?"

Era só o que conseguia pensar Matt enquanto olhava para o mesmo com os olhos semicerrados e fazendo a maior cara de: "Era isso que você tinha para dizer?" Se Matt soubesse que era só isso, teria dito ele mesmo. Estava, aliás, esperando uma grande revelação que talvez mudasse o ponto de vista dele sobre o possível problema.

De qualquer forma, houveram opiniões pertinentes, Valentine disse que ouviu sobre na República da Irlanda e apostou no mais sensato e óbvio quando disse que poderiam ter a ver com o sumiço de Powers. Matt pensava em algo semelhante, mas não acreditava que Powers pudesse ser subjugado por eles, talvez ele pudesse estar evitando seus avanços de alguma forma, ou investigando algo maior.

Scalare por sua vez ficou um pouco mais irritado com o assunto, mas lembrou à todos sobre algo interessante: o El Dourado!

- Magnus, acalme-me - disse Matthew tentando acalmar os ânimos do professor - Certeza que, caso, realmente eles sejam ameaça, temos totais condições de impedi-los, mas não podemos subestima-los - falou Matt enquanto raciocinava sobre a questão do El Dourado, que fora bem pontual da parte de Magnus.

Antes que Matt pudesse pensar mais sobre o assunto, aquele que era mais esperado para falar - na visão de Matt - se manifestou. Steve iniciou destacando que nunca foi provada ou não a existência do El Dourado e que a hipótese não poderia ser descartada, o que Matt concordava.

Mas o melhor veio depois, Steve tinha um filho em uma busca por artefatos de uma antiga civilização bruxa africana e que o mesmo houvera notado que aparentemente mexeram em certas ruínas no local. Poderia ser o tipo de apoio que Edoras poderia ter, principalmente no caso de serem os Chasseuers, o que era bem provavel.

Por fim, dado que Amelie não se manifestara até o momento, Nodles parecia um pouco preocupado e apreensivo. Passou a bola pra Matt, que, era o líder da reunião.

- Bem James, penso que, primeiramente, deveríamos entrar em contato com o filho de Turner para mais informações e... - fez certo suspense ao mudar o tom de voz - ...quem sabe, descobrirmos mais sobre essas pessoas que andam explorando as ruínas na África - disse Matthew, que procuraria quaisquer pessoas confiáveis no momento para serem aliados.

Suspirando rapidamente, continuou

- Ficou meio claro que as preocupações não me parecem em vão no mundo bruxo - disse o diretor interino - Devemos ficar em alerta... Vou me comunicar com as autoridades mágicas brasileiras e traçar um plano para rastrear, seja quem estiver escondido na área - disse pensando que a prevenção seria melhor do que deixar acontecer.

Matt lembrou-se que não poderia deixar de se comunicar com as escolas e Ministérios dos demais locais onde houvessem movimentações suspeitas recentemente, assim como estar a par do histórico desses locais. Entretanto, não diria nada relacionado a isso aos professores.

- Enfim, vamos voltar ao trabalho! - disse animado - Temos uma cerimônia de abertura para realizar e os alunos já devem estar chegando... Alguém tem mais alguma coisa a dizer? - foi uma atitude meio repentina, mas também pudera, faltava meia hora para o início da cerimônia.

Matt ainda estava um pouco preocupado com o futuro da escola, mas pensava que eles eram suficientemente bons para superar esse momento, possivelmente, negativo. O que restava agora era colher certas informações que já tinha em mente, aliás, nesse ponto a reunião fora bem produtiva, já tinha por onde começar a pensar.
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Steve Williams Turner

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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Steve Williams Turner em 20/7/2014, 22:22

Turner gostou das medidas iniciais tomadas por Matthew. Certamente seu filho poderia ajudar a desvendar talvez mais um pouco sobre esses Caçadores Franceses.

- Certamente ele poderá nos ajudar - disse Turner certo de que seu filho faria o correto - Vou mandar uma coruja assim que a cerimônia iniciar - completou, mais uma vez, com firmeza.

Steve não se pronunciou mais, a cerimonia de abertura estava bem próxima, e não daria para ficar falando sobre esses problemas ali pra sempre. Mas sua mente ainda viajava na possível relação desse grupo com Voldemort.
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Matthew Spencer em 20/7/2014, 23:30

Aparentemente, ninguém tinha mais nada a dizer, então Matt decidiu que era a hora de puxar todos ao salão principal para o início da cerimônia de abertura do ano letivo, onde, infelizmente teria que discursar e ouvir todos os discursos chatos de todos os professores. Felizmente, dessa vez tinha o poder pra fazer Spiegel ser o último da fila e assim não dormir durante todos os discursos por causa de um só.

"Hahahaha... Dormir dessa vez está fora de cogitação, Spiegel será o último a discursar!".

Houvera combinado isso com todos os professores, menos, logicamente Spiegel. Como pudemos ver, Matt respeitava Spiegel, mas seu jeito desanimado e desmotivado acabava com ele, os discursos então, eram terríveis, sempre longos e chatos. Matt dormiu em todas as demais vezes em que ele discursou nas primeiras vezes - levando até um esporro de George Gymotus certa vez -, terrível.

- Bem... Vamos lá então - disse Matthew - Ahh... Esperem! Deixe-me trocar essa maldita senha antes - falou Matt andando de um jeito manso, semelhante a Powers até uma zona oculta da sala.

Voltando, liderou todos até o Salão Principal, onde daria início a cerimônia, faltavam apenas 10 minutos para a mesma e os alunos já deveriam estar no castelo. Apesar da aparente tranquilidade, muita coisa ainda não saía de sua cabeça no momento.
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Valentine Kampfer em 21/7/2014, 22:26

Cada professor ali reagiu de forma parecida, todos ficaram preocupados. Mas não só pela vidas deles em si, e sim pela das crianças daquela escola. Talvez fosse uma coisa muito clichê, mas a frase " As crianças são o futuro", estava totalmente certa. E eles deveriam cuidar muito bem daquele futuro.
Dada aquela reunião por encerrada,  Valentine, juntamente com os outros, seguiu para o salão. Lembrou-se das cerimônias em Hogwarts, eram tão belíssimas, era o dia mais esperado por ele. E, talvez, nada tenha mudado. Lembrou-se também dos anos que se passarão, e dos longos discursos de Spiegel. Ele era um ótimo professor, uma ótima pessoa, mas exagerava nos discurso.  

"Tomara que os alunos estejam preparados e bem-dispostos."

Pensou descontraída. Durante o trajeto se distanciou um pouco quando parou para falar com um dos fantasmas que viviam por ali. Foi uma conversa rápida e que, mais uma vez, a lembrou das longas conversas que tivera com o Frei Gorducho. Estava ficando com saudades da sua escola, com isso acabou prometendo a si mesma que na próxima férias iria lá matar a saudade e rever velhos amigos.
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Matthew Spencer em 12/8/2014, 09:31

Matt chegou ao local cansado e pronto para dormir, mas teve que se sentar na escrivaninha para pensar no que escrever ao Conselheiro Mor. Ao sentar-se, notou que havia uma carta em sua mesa, estranhou, mas à abriu rapidamente: Era da professora Valentine Kampfer.

A carta falava sobre novas "formas de entreter os alunos". Matt não entendeu muito bem o que ela quis dizer com isso, mas achou positivo que ela estivesse pensando em coisas novas para os alunos, pois a escola precisava mesmo de constante renovação, algo estimulado mais por Powers e por ele, do que por Guillaume de Machaut Neto, diretor em seu tempo de aluno. Respondeu prontamente de forma menos formal.


Carta do Diretor escreveu:Boa noite professora Kämpfer,

Acredito que pode ser uma experiência positiva, por isso, estarei na Sala do Diretor à tarde, e você pode me procurar à vontade.

Atenciosamente,
Diretor Matthew Spencer

Ao invés de enviar uma coruja, Matt utilizou a mesma técnica que usara para enviar as cartas aos professores mais cedo. Enfeitiçou à mesma, e a instruiu para procurar Valente. Esperava ele que a professora não estivesse dormindo e a carta parasse em cima de seu rosto. Aconteceu algo semelhante em 2010 quando Spiegel lhe enviou uma carta avisando sobre um candidato ao cargo de professor de Trato de Criaturas Mágicas.

Voltando, Matt precisou pensar antes de escrever ao Conselho Mágico Brasileiro. A organização mágica no Brasil era diferente do Reino Unido, não havia um Ministério e sim toda uma sociedade mágica independente liderada por um conselho, que possui um Conselheiro Mor como líder. Este, em vigência, era Antônio Forte.


Carta do Diretor escreveu:Prezado Conselheiro Mor,

No rescaldo de nossa última reunião para tratar das estranhas movimentações na nossa Floresta, realizei uma reunião entre todos os professores de Edoras para tratar de tal assunto.

Concluímos que uma organização francesa de nome “Chasseuers” pode estar envolvida. Apuramos que esse grupo pode ter possuído ligações com Voldemort e podem estar agindo também em outros locais onde possam existir artefatos bruxos, como a África. Você vai se perguntar que tipo de artefatos temos por aqui, e eu lhe responderia nada, mas foi levantado algo interessante, o El Dourado, que jamais fora descoberto, mas nunca pode ser ignorado.

São hipóteses, mas hipóteses que não podemos ignorar.

Por essas razões, solicito apoio para traçar um plano para mapear toda a Amazônia e tentar rastrear e interceptar algo ou alguém que esteja se escondendo no local.

Cordialmente,
Diretor Matthew Spencer


E por fim terminou! A carta era bem específica e explicava bem a situação com ênfase no perigo que Edoras poderia estar corrento, o que, queria Matthew que fosse apenas exagero.

Por fim Matthew deveria pensar em como mandar esta carta. Havia a coruja de Powers, Tutty, especialista em voos rápidos, mas que não era nada discreta com todas aquelas lantejoulas vermelhas dentre outros penduricalhos. Matt receava que a coruja fosse interceptada pelos possíveis invasores, jamais poderia saber se os mesmos se organizaram a esse ponto, embora o mais provável fosse que não. Nesses momentos, Matt sentia saudades de Flash, sua Coruja-das-Neves, falecida durante "A Batalha de Hogwarts".

Lembrou-se de uma coruja negra, rápida, habilidosa, mas extremamente agressiva, embora fosse leal a Edoras, que morava há muito tempo no castelo. Era simplesmente perfeita para essa entrega!

- Sombra! - disse Matthew de uma forma diferente, com certa raiva na voz. Embora o diretor nunca falasse dessa maneira, era necessário para chamar tal coruja.

De uma das torres, um raio negro saía em direção à Sala do Diretor. Matt abriu uma das janelas para facilitar o acesso do perigoso animal, que rapidamente parou em seu braço, como uma sinistra invocação, aguardando suas ordens.

Reza a lenda que "Sombra" era uma estranha coruja encontrada pelo lendário diretor Vandenberg há mais de cem anos atrás e lhe fora permitido morar no castelo desde que servisse ao diretor da escola. A despeito disso, pouco fora utilizada, provavelmente foram 4 vezes ou menos em 150 anos, fazendo o próprio Matt acreditar que talvez aquela não fosse a tal Sombra das lendas.

Não sabia lá como uma coruja conseguiria viver 100 anos - vai que esta fosse uma cria? -, mas sabia que poderia confiar na mesma. Matt entregou a carta à coruja e disse em voz alta o destinatário, o que a coruja pareceu entender, e por fim à lançou ao seu destino. O animal era incrivelmente rápido e de forma incrível desapareceu de seu campo de visão.

De qualquer forma, Matt voltou à realidade e começou a pensar em como seriam os dias posteriores... Oh God Why... Tinha que preparar três aulas! Nesses pensamentos infortúnios, chegou à sua cama e foi dormir.
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Matthew Spencer em 17/8/2014, 12:09

Matt acordou melhor do que nos dias anteriores, como fora dormir relativamente cedo - pro que vinha dormindo claro - estava bem mais disposto e se arrumou bem rapidamente. Sairia da Sala do Diretor algumas vezes, antes de retornar para conversar com a professora Valentine Kampfer, em uma reunião meio informal solicitada pela mesma.

"E então? Como vai ser minha aula de Defesa Contra as Artes das Trevas?".

Pensava enquanto andava tranquilamente para fora da sala do diretor. Os próximos dias seriam complicados, mas ele estava pronto, ou achava que estava.
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Matthew Spencer em 3/9/2015, 19:44

Matt chegou muito feliz em sua sala emprestada, já abrindo certos compartimentos secretos na mesma e encontrando objetos interessantes como chapéis e apitos de aniversário, confetes e até mesmo um bolo, quando se lembrou de uma coisa importante: Ele ainda era o diretor e tinha que trabalhar. E além disso, caso ainda estivesse viva, Valentine Kampfer passaria em sua sala para falar sobre a carta do dia anterior, ou seja, ele não poderia deixar a moça de lado enquanto dava uma festa.

- Mas e se eu convidá-la para a festa? - disse de uma forma esperançosa - Bem... Ela deve preferir rapazes, pelo menos, uns 10 anos mais jovens do que eu, mas aí posso dizer que não é um convite romântico! - completou já se animando novamente.

Eis que, finalmente, lembrou que Spiegel daria aula naquele horário, ou seja, só haveria ele e Kampfer na festa e a moça acharia que Matt estivesse a assediando. Bem... Sempre havia a esperança de que outros estivessem sobrevivo, mas, Matt achou melhor só aguardar a sua ex-aluna mesmo.

Sem mais o que fazer, sentou-se um pouco triste e começou a ler uma papelada que havia deixado para o resto do dia. De que adianta ressucitar, se só se tem uma pilha de trabalho para realizar? Começou a pensar que essa poderia ser uma nova senha para a sala.
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Valentine Kampfer em 3/9/2015, 20:56

Não era o seu primeiro dia de aula, mas levantou-se tão animado que mais parecia ela a nova aluna. Apesar de a noite ter demorado a passar, logo o sol raiou e Valentine também. Logo se aprontou e foi para o castelo, andando. Sim, andando! Ela gostava de caminhar, ver a paisagem.

O seu dia estava tranqüilo, iria na biblioteca escolher alguns livros para melhorar e aprofundar as aulas. Ah, ainda tinha a reunião para falar sobre a nova idéia de aula. Tivera a idéia de tirar os alunos da estufa. Leva-los para a floresta. Mas não seria sempre, iria ser um jogo, uma vez por mês. Ela listaria algumas plantas e a equipe que achasse todas ganharia alguns pontos. Porém, precisava falar com Matthew.


“Não posso esquecer...” Ela não esqueceria. Ok,ok, por alguns minutos, horas sim. Mas em algum momento do dia iria se lembrar da reunião. De repente uma idéia. “Por que não agora?”. Estava cedo, ele provavelmente estaria dormindo ou fazendo nada. Então, em vez da biblioteca, caminhou até a sala do Diretor. Lá estava a estátua.

-"Powers by name. Powers by reputation". – Proferiu as palavras e a porta se abriu. Bingo! Matt estava lá. – Bom dia Professor! Desculpa se atrapalho, podemos conversar? - Aguardava a resposta do homem para depois entrar no local.
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Matthew Spencer em 4/9/2015, 10:49

Matthew estava lá sentado, meio cabisbaixo com toda a sua papelada, quando notou que alguém estava se aproximando, o que o lembrou que havia trocado a senha da porta um dia (ou um ano?) antes e não havia avisado à ninguém. Discretamente então, mandou a porta abrir com o feitiço que houvera utilizado no dia anterior e torceu para ter feito no timing certo e que quem estivesse fora não percebesse.

Bem, era Kampfer que, pelo visto iria apresentar sua proposta. A professora parecia um pouco "tímida" e não se aproximou de primeira. Aparentemente não havia percebido a artimanha de Matthew, que mandaria cartas mais tarde, ou fingiu que não.

- Não atrapalha em nada, já não conhece minha falta de formalismo? - disse Matt num estilo "Austin Powers", fazendo caretas - Pode se sentar - completou, oferecendo um dos lugares próximos à mesa.

Matthew ainda tinha muito trabalho a fazer, mas quem não tinha? Decidiu então esperar a professora se sentar para ouvir o que ela teria a dizer. Conhecendo-a, certamente seria útil à escola.
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Re: Interior da Sala do Diretor

Mensagem por Valentine Kampfer em 5/9/2015, 23:32

Com a permissão do Diretor, a doce professora de Herbologia adentou o lugar e sentou-se em uma das cadeiras a frente da mesa do homem.

-Obrigada por me receber assim tão cedo. – Sorria para o antigo professor. Será que ele se lembrava como era o desempenho dela nas aulas dele? Tomara que não. – Vou ser direta, não quero tomar muito o seu tempo, Diretor. – Abaixava a cabeça, olhava as mãos que repousavam sobre seu colo, mas logo erguia a cabeça. Possuía um olhar doce, gentil. – Como deve ser de conhecimento do Senhor, evito que minhas aulas sejam tediosas. Herbologia não é a matéria mais legal do mundo e muitos aprendem apenas para passar. Pensando nisso, decidi fazer uma espécie de jogo com os alunos no final de cada mês, ou ano, o Senhor que vai escolher. – Fez uma pausa para que seu ex-professor pudesse “digerir” tudo o que havia dito. – Será da seguinte maneira, farei uma lista de plantas e a casa que achar todas primeiro ganha um número de pontos. – Falava calmamente, mesmo que estivesse muito empolgada.
Analisava a face do homem, esperava que ele gostasse da ideia. Respirava fundo, agora entraria numa parte delicada. O lugar no qual eles fariam o tal jogo.


-Pensei, na verdade só pode ser lá... – Mais uma pausa, um suspense rápido. – Na floresta. Eu sei dos perigos, mas pensei que alguns professores pudessem ajudar. Cada um ia com um time... - Nessa última frase, Valentine possuía um certo medo no tom de voz. Será que ele aceitaria?

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