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Balcão

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Balcão

Mensagem por Narrador em 21/4/2013, 21:41



O balcão do Varinha Dourada certamente era um dos locais mais movimentados de Verdello, principalmente antes do inicio das aulas quando alunos inquietos adentravam em bandos para tomar uma bebida gelada antes de embarcar para Edoras.

Amplo e com varias cadeiras ao redor, o balcão era feito em madeira especial e encantada, que lhe fazia parecer brilhante e lustrada todo o tempo. A parte superior feita em mármore é o local ideal para se apoiar e enquanto bebe.

Atrás do Balcão normalmente se encontra Arthur Toado, barman e dono do bar que atende pessoalmente os clientes junto com outros funcionários.

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Mesas
Como dito no topico "Seja Bem Vindo",, você não precisa ficar no balcão, você pode criar uma mesa para se sentar com seus amigos, bastar criar outro topico nesse forum com o titulo "Mesa ". O Nome a sua escolha pode ser qualquer coisa MESMO, pode ser desde "Mesa dos Professores" ou "Mesa do Zé" como também "Mesa dos marotos", "Mesa 'Eu Odeio o Professor Matthew".
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Matthew Spencer

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Re: Balcão

Mensagem por Matthew Spencer em 23/6/2013, 16:38

Era uma manhã normal para todos que trabalhavam por dias melhores, Verdello andava altamente movimentada, afinal, o ano letivo estava para começar. Alunos novatos de todas as partes do mundo chegavam na cidade para comprar seu material e começar sua história na escola, enquanto os mais velhos voltavam e aterrorizavam os calouros com histórias fantasiosas sobre a escola.

No meio de tudo isso, um tal professor, que por acaso estava com uma aparência horrível esses dias, chegava de Edoras. Ele vinha com uma cara de sono terrível, olheiras, provavelmente as coisas não estavam sendo fáceis... Dizem que vida de professor é fácil né? Não para Matthew... O diretor Powers andava meio sumido, aliás o motivo foi algo meio misterioso - teria a ver com seu mojo novamente? -, e advinha quem estava acumulando as funções de diretor? Sim, o popular professor Matthew Spencer.

Ser "diretor" não incomodava Matthew, o problema eram as funções diplomáticas, ter que viajar, alocar professores, cuidar dos chefes de casa e etc, ou seja, tudo! Aquilo estava cansando um pouco, era difícil acreditar que Austin conseguia tudo isso facilmente, e ainda brincava com todo mundo nas cerimônias, realmente, Austin é um bruxo fantástico.

- Arthur, por favor, me dê um café - disse Matthew ao dono do bar, seu amigo Arthur.

Café? Bruxos tomam café? Deve ter sido essa a reação de Arthur, mas não deixou de atender seu amigo.

Matthew sentou em um dos bancos no balcão, recebeu seu café, e ficou esperando esfriar um pouco, imaginando o que Austin estaria fazendo... Sumir assim não era algo que ele fazia sem avisar, geralmente era por atos de heroísmo, evolvendo ou não seu arquiinimigo Dr. Evil, e ele sempre chamava Matthew ou outros professores - Austin só levou o vice diretor, que reconhecidamente não é um grande bruxo -, afinal, eram sempre perigos para o mundo bruxo e eles deveriam agir. O que será que foi dessa vez?

"Acho bom eu tirar isso da cabeça, Powers é um dos maiores bruxos de todos os tempos, ele sabe o que está fazendo".

Realmente, Powers andava se comunicando com a escola, mas isso estava ficando cada vez mais raro. Restava esperar para ver o que ia acontecer, e tentar recuperar seu humor, pois as aulas começariam logo, e o animado Matthew deveria voltar logo.
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Joe Spiegel

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Re: Balcão

Mensagem por Joe Spiegel em 29/6/2014, 00:04

Indo em direção ao Porto, Joe decidiu antes de embarcar para Edoras verificar se algum outro professor estava indo aquele dia para o Liceu. E também tomar uma deliciosa e refrescante dose de Whisky Gelado Russo à brasileira.

Para sua surpresa, quem lá estava era seu amigo de longa data, o sempre animado, mas agora desbotado, Matthew Spencer. Joe se aproximou observando o mais desanimado jeitão desajeitado de Matt que Joe jamais vira.


- Você sempre me chama de Cara Pálida, mas que está com uma cara pálida hoje é você ein meu amigo... - Disse Joe ao se sentar ao lado de Matt. - Se te conheço, imagino que tenha algo te preocupando.

Ao fazer a pergunta, Joe fez um sinal para Arthur trazer sua tradicional bebida.

- Alguma coisa relacionada ao cargo de diretor temporário na ausência do mestre Powers?
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Matthew Spencer

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Re: Balcão

Mensagem por Matthew Spencer em 29/6/2014, 00:27

Matt continuava pensar sobre o que pudera ter acontecido com o diretor para estar há tanto tempo sem dar notícias. Eis então, que um velho amigo chegou no local. Quem era? Pois é, pois é, Spiegel.

O velho professor de Transfigurações chegou dando uma zoada de leve no outrora sempre animado Matthew, que de cara apenas deu uma risada. Os dois eram meio que rivais opostos, onde Spiegel era o cara mais reservado, desanimado e teórico, enquanto Spencer era mais extrovertido, animado e prático. O que não parecia nesse momento.

- É Spiegel, as coisas não andam fáceis - a despeito do desanimo, sorriu de forma debochada - Engraçado que mesmo super desanimado, ainda pareço mais animado que você, não? -completou dando um tapinha nas costas do velho amigo e uma risada contida.

Parece que Joe acertou o motivo das preocupações, mas não em sua totalidade. Ser diretor era massante, mas a pior parte era não saber onde Powers realmente estava e o que estava fazendo.

"É, será que devo mesmo contar agora?".

Matt de cara não reparou muito, mas ao olhar novamente para Spiegel estranhou a aparência do professor. Vestido com uma roupa meio "almofadinha" e usando óculos, estava muito estranho, muito estranho... E antes que pudesse responder sua questão, não resistiu.

- Err.. Você conseguiu ficar ainda mais nerd que no ano passado heim? - sua expressão era a de um homem pego de surpresa, mas logo não conseguiu conter os risos debochados.

Matthew as vezes tinha um estilo meio "primo chato" e não conseguia conter as risadas, mesmo naquele estado deplorável, mas logo se recuperou do sarro e respondeu ao amigo.


- Não poderia ser mais preciso, realmente é muito cansativo esse cargo - bateu no balcão de leve, e fez uma cara fingida de revolta - Mas... Pode existir algo a mais... Ou não - completou agora falando de forma séria.

Matthew sabia que Powers apenas se comunicava com ele enquanto estava fora, então, por isso, Joe não sabia do fato das comunicações terem praticamente se cessado. Matt achou que era o momento de Spiegel saber um pouco sobre a situação, mas decidiu que não contaria nada à ele ali, e esperaria até um próximo momento, talvez já na escola.
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Joe Spiegel

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Re: Balcão

Mensagem por Joe Spiegel em 29/6/2014, 00:57

Não tardou muito para o professor e diretor interino demonstrar sua faceta de deboches, logo de cara, sem rodeios, já começou a debochar do jeito serio de Joe. Se não fosse o anos de amizade, e a virtude de paciência de Spiegel, talvez novamente os dois caíssem em um duelo novamente.

Felizmente, eles não eram mais crianças. Joe não perdeu a linha e respondeu calmamente aos comentários estapafúrdios do colega de trabalho.


- Durante minha viagem para a França, onde o diretor Power tinha me pedido para realizar aquela... Aquele estudo de campo, acabei passando pelo Viela Transversal, no famoso bairro de magico de Paris e aproveitei para fazer algumas compras.

Parecendo empolgado, Joe colocou a mão nos óculos e as lentes levemente mudaram de cor.

- Veja esses óculos, por exemplo, é um óculos anti-cola, serve para ver embaixo de carteiras, chapéus, e mangas de vestes de alunos. – Joe deu um sorriso. – Agora nenhum aluno irá conseguir colar, ler uma revista ou ficar jogando qualquer jogo estupido durante minhas aulas.

Mas o momento de deboche e descontração logo passou, quando Matt começou a falar das comunicações do diretor Austin.

- Entendo – Disse contendo sua parca empolgação. Precisamos conversar assim que voltarmos à escola e trocarmos algumas informações... Acredito que coisas ruins podem acontecer... se é que já não aconteceram...

Ao falar isso, pegou a bebida que Arthur acabara de lhe servir e tomou um gole.

- Tem se comunicado com ele pelo menos?
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Re: Balcão

Mensagem por Matthew Spencer em 29/6/2014, 01:28

Spiegel, obviamnte fingindo não se importar - típico dele -, começou explicando onde conseguiu os óculos, que seriam óculos anti-cola. Matt não se importava muito com essas coisas, porque acreditava que o "aprender" era mais importante fora da sala do que dentro - sobretudo em aulas irritantes, como deveriam ser as de Spiegel, principalmente em História da Magia -, mas se lembrava da tal loja que ele comentou nos tempos em  que trabalhava na França.

Não demorou muito até Matt parar de prestar a atenção em Joe, que pelas contas dele já estava falando demais. O que realmente veio à mente, foi que todo aquele papo o lembrou que precisava comprar algo para sua mãe, pois a mesma fazia aniversário nesse mês e provavelmente  velha ia cobrar o presente. De qualquer forma voltou a dar atenção a Joe quando ele comentou sobre coisas ruins. Parece que houvera captado a mensagem.

- Pois é, podemos nos falar no castelo - comentou já pensando em levantar de seu lugar.

Joe o perguntou sobre as comunicações com o diretor, mas Matt não queria revelar nada nesse momento, quem sabe quem poderia estar em Verdello, e pior, vigiando-os? Tudo era possível obviamente, embora ele esperasse que ninguém com más intenções estivesse no Varinha Dourada naquele momento.

- Claro Joe, por que não estaria? - disse sendo natural, mas divertido ao mesmo tempo.

Embora parecesse natural, Matt estava com um mal pressentimento, e não queria que Joe notasse isso no momento. Na verdade o diretor interino estava com certa vontade de sair do local e convocar uma reunião entre todos os professores para tratar do assunto.

Pode ser que o experiente professor George Gymotus, juntamente com Fernández, dentre outros deixaram a escola no momento errado.


- Bem Joe, o que acha de voltarmos - disse entre goles de seu café, já parecia menos desanimado - Acho que a escola está precisando de mim, o grande diretor e você precisa preparar suas aulas -  disse encorpando a voz demonstrando autoridade, mas com o tom debochado de sempre.

Matthew então ficou um pouco mais sério, para demonstrar a Spiegel que embora estivesse sendo brincalhão, o assunto era mais sério do que parecia. Ele estava decidido! Era chegada a hora dele contar a todos o se passou nos últimos meses.
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Re: Balcão

Mensagem por Joe Spiegel em 30/6/2014, 20:12

Terminando de tomar sua bebida, Joe apenas observou Matthew e ouviu com calma o que o amigo tinha a dizer.

- Entendo. – Disse tomando o ultimo gole de seu Whiskey. – Sei que é comum o diretor Powers sair ai vento sem lenço nem documento sem avisar nem se comunicar com ninguém. Ele é de fato imprevisível.

Nesse momento, levemente acenou sua varinha e fez um feitiço (quase)não verbal no ambiente, para que somente Matthew ouvia o que tinha para dizer.

Spoiler:
- Mas dessa vez ele saiu tão repentinamente e preocupado que tenho minhas suspeitas. Não sei o que ele falou em particular contigo antes dessa viagem, mas digamos que depois da conversa que tive com ele, minha viagem pela Europa não foi uma simples viagem de férias.

Com outro aceno leve de varinha, desfez o feitiço e se levantou.

- Acho melhor irmos para o castelo então. Ainda tenho que preparar as minhas aulas e você, se não me engano, uma cerimônia de abertura de ano letivo para organizar. – Então abriu um raro sorriso, um sorriso misto de deboche e desafio. - Vai conseguir superar as entradas triunfais do Diretor Powers?


Última edição por Joe Spiegel em 2/7/2014, 23:16, editado 1 vez(es)
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Re: Balcão

Mensagem por Matthew Spencer em 2/7/2014, 23:13

Matthew percebeu o disfarce de Spiegel também, e prestou a atenção no que estava nas entrelinhas durante sua fala. Com um sussurro de Spiegel descobriu também que a viagem dele à França não havia sido uma simples viagem de férias, era justo como Matt imaginava, Austin não deixou Edoras à toa, existia muitas coisas a mais diferenciando aquele momento das saídas esporádicas dele além do tempo de afastamento.

- Ponha imprevisível nisso - disse Matthew com umas risadas de leve enquanto terminava o café definitivamente.

Joe se levantou e praticamente repetiu o que Matthew disse anteriormente, pra deixar o bruxo loiro com uma cara engraçada de "Eu já havia dito isso anteriormente". O professor de Transfiguração também perguntou sobre a cerimônia de abertura que Matthew, como diretor, teria que preparar, irônico, pois Matt sequer pensara em nada no momento.

- Cerimônia de abertura, verdade, sempre me esqueço desses discursos chatos - disse Matthew se levantando e fazendo um movimento com as mãos que lembrava alguém falando - Pode deixar que meu esforço vai ser dobrado para superar o grande Austin Powers - completou sem acreditar em si mesmo, mas tava valendo. Só torcia pra não dormir pela milésima vez consecutiva no discurso de Spiegel...

Matthew até pensou em dar uma sacaneada no discurso dele, mas preferiu ficar quieto, já tinha irritado demais Spiegel e as coisas estavam realmente sérias... Ele não saberia dizer o que aconteceu para Powers cessar as comunicações, mas esperava ter notícias em breve. No momento era importante retornar e comunicar a todos sobre a situação atual de Edoras e como seriam os próximos meses.

Ele até poderia estar errado, mas... Realmente, havia algo no ar...
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Joe Spiegel

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Re: Balcão

Mensagem por Joe Spiegel em 2/7/2014, 23:33

Tradicionalmente as conversas entre Joe e Matt eram sempre diretas ao ponto, a amizade de ambos já estava a tanto tempo desgastada, que era quase como se não tivesse mais animo para ficar com amenidades e conversas sobre o tempo. Cada um sabia das habilidades do outro, e, raras exceções, sempre discutiam somente o necessário.

- Entendo Matthew. - Joe então fez sinal para Arthur fechar sua conta. - Vou indo então, nos vemos no castelo, se precisar de algo me chame.

Matthew, ao menos na visão de Spiegel, não estava para muito papo, então resolveu não incomodar o colega com conversas desnecessárias durante o trajeto para o castelo e deixou o colega sozinho.
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Ash Dragunov

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Re: Balcão

Mensagem por Ash Dragunov em 5/9/2015, 15:45

As coisas andavam estranhas em Edoras, mas em Verdello os negócios pareciam estar à todo valor. O Bar Varinha Dourada estava lotado das mais diversas figuras presentes na cidade, dos mais pobres aos mais ricos, era interessante a movimentação no local. Nesse contexto, um velho conhecido de Edoras adentra o local. Sempre muito quieto, sem dizer muitas palavras, e trajando um sobretudo preto, passa por todos sem deixar muitos vestígios. Tratava-se de Ash Dragunov, o ex-professor de Defesa Contra As Artes das Trevas em Edoras e ex-professor e ex-Chefe da Sonserina em Hogwarts. O que ele estava fazendo ali? Era um completo mistério, assim como o próprio.

O georgiano sentou-se no local mais afastado do balcão e fez um sinal para o dono do bar, Arthur Toado. Seu objetivo era chamar o mínimo de atenção possível, de preferência passar despercebido.

- Por favor, eu gostaria de um whisky bruxo - disse Ash em um tom médio - Que não seja caro e nem barato, mas por favor, que seja saboroso - completou a frase se recordando daquele dia no Caldeirão Furado, quando lhe deram um whisky patético de médio preço, colocando o dinheiro sobre a mesa.

Quando recebeu o whisky, começou a degusta-lo, tomando um gole. Dessa vez tinha muito tempo sobrando e poderia ficar o quanto quisesse no local, apesar de não estar muito a fim disso.
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Marty Bey

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Re: Balcão

Mensagem por Marty Bey em 5/9/2015, 16:46

Do Caldeirão Furado para o Varinha Dourada.

Poucos dias antes de 1º de setembro de 2011, véspera de inicio de mais um ano letivo em Hogwarts, Bay e Dragunov se encontravam no Caldarão furado. Na época, Bey era professor de Trato de Criaturas Magicas e diretor da Corvinal, um das quatro tradicionais casas da escola inglesa. Agora, março de 2014, ambos se encontravam novamente. Novamente em um bar. Acaso? Claro que não.

Ash, como era chamado por poucos, também fora diretor de uma casa de Hogwarts, a Sonserina, e também fora professor de Defesa Contra Artes das Trevas. Muitas coisas aconteceram durante os anos letivos entre 2011 e 2013, inclusive o desenvolvimento de uma amizade entre aqueles dois professores que, não coincidentemente, abandonaram seus cargos ao fim do ano letivo de 2013 em Hogwarts.

Agora, depois de vários meses longe de Hogwarts estavam os dois ali, num dos melhores estabelecimentos brasileiros, O Varinha Dourada.

Marty entrou andando despreocupado. Sabia exatamente por estava em Verdello, mas o que tinha que fazer podia esperar, aquele era o momento de matar sua saudade do velho e bom Licor de Cajuína com Malte Amazônico.

Não fora de seu espanto encontrar ao balcão do local seu velho amigo de Hogwarts. Não que já esperasse Ash por ali, mas se tinha algum lugar em que se pudesse esperar encontrar o ex-professor de Defesa Contra Artes das Trevas era em algum bar tomando whisky. Marty sabia disso, por isso não se espantou, pelo contrario, até entendia a motivação dessa postura, não era somente pela bebida, era pela fonte inesgotável de informações que se podia conseguir em um balcão de bar. De garçons a clientes bêbados, sempre era possível ouvir alguma coisa nova e provavelmente comprometedora em um bar.

Arthur, o tradicional dono e chefe dos garçons do local já conhecia Bey, mas por causa da altura do ilustre visitante só foi notar a presença do mesmo quando esse se aproximou e sentou no balcão, ao lado de Ash.

Nesse momento, quando finalmente foi notado, Marty fez um sinal de positivo com a cabeça sorrindo e fez seu pedido:


- Já sabe, não é mesmo Arthur? – Falou enquanto olhava de forma penetrante para o Garçom. – Quero um Licor de Cajuína com Malte Amazônico.

Sem muita demora, logo foi atendido. Depois de tomar o primeiro gole, finalmente estava preparado para iniciar conversa com o antigo colega de Hogwarts.

- Você devia parar de beber essas porcarias e aproveitar uma verdadeira bebida brasileira. – Disse ainda olhando para o copo, sem se virar para encarar Ash. – Não é todo dia que se pode tomar um Licor de Cajuína com Malte Amazônico no meio da floresta amazônica.
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Re: Balcão

Mensagem por Ash Dragunov em 5/9/2015, 21:12

Dragunov continuava a desgustação de seu whisky - um pouco melhor do que o que degustara no Caldeirão Furado, mas ainda muito vagabundo -, enquanto prestava a atenção nas pessoas presentas ao seu redor. Havia um rapaz bêbado, já caindo pelas tabelas, que o fizera se lembrar de Luccin Anderson, o chefe da Grifinória de Hogwarts. Além dele, reparava num casal que estava com um amigo e esse amigo parecia estar com uma imensa vontade de "furar o olho do outro", enfim, era melhor parar de observar essas coisas. Era interessante notar como Ash ainda gostava de observar e analisar o comportamento das pessoas mesmo após alguns anos. Outra coisa que não mudou foi sua capacidade de se comunicar ou se sociabilizar, praticamente nula, sempre ficava muito discreto e muito calado.

Ao estar perto de terminar o seu whisky e cair fora para o hotel onde estava hospedado, eis que surge alguém conhecido por lá. Inesperadamente Marty Bey, ex-professor de Trato de Criaturas Mágicas de Hogwarts adentrou ao local, extrovertido e extravagante como sempre, o que rapidamente remeteu Dragunov aos tempos de Hogwarts, principalmente a aquele encontro no Caldeirão Furado, quando o anão chegou com duas mulheres no local e se sentou próximo a ele. Por um momento Ash acreditou que não fosse ser reconhecido, mas era óbvio que Bey não deixaria passar e se sentou ao seu lado novamente e, após pedir uma bebida típica do local, se dirigiu a Dragunov como se eles fossem os melhores amigos do mundo, o que, se não era bem verdade há três anos atrás, hoje poderíamos dizer que era, pois foi o mais próximo que Ash teve de um amigo nos últimos anos.

"Marty Bey... Me recorda daquela época em que trabalhei com um bando de professores excêntricos em Hogwarts".

É, parece que, mais uma vez, o plano de Dragunov de passar despercebido viria a fracassar, o estranho era pensar em como os dois, pessoas tão diferentes, estavam no mesmo local ao mesmo tempo.

- Olá Marty - disse Ash discretamente - Ainda detesto sua extravagância - completou pouco entusiasmado, embora tivesse gostado de rever o velho "amigo".

Ash então devolveu a garrafa de seu whisky mais ou menos e, como iria ficar um pouco mais, decidiu pedir outro, fazendo um sinal de "mais um" para Arthur, já deixando o dinheiro em cima da mesa. De certa forma estava curioso para saber o que Bey fazia ali... Lembrava que da última vez em que se encontraram em um bar, naquele longínquo ano de 2011, a animada nova professora de Herbologia, Eva Latassia, veio até eles sendo extremamente simpática e Marty simplesmente foi embora para deixa-los a sós. Pelo que Dragunov se lembrava, nunca havia contado a Bey o fim daquela história.

- Da última vez que nos encontramos em um bar uma bela mulher chegou e puxou assunto conosco... - disse Dragunov em um tom cômico - O que será que vai acontecer dessa vez? - completou.

Dragunov recebeu o whisky e tomou mais uns goles, percebendo que, curiosamente, aquele segundo whisky parecia um pouco melhor que o primeiro, embora ainda fosse horrível. Gostaria de perguntar o que Marty fazia no local, mas se deixou levar pela nostalgia daquele momento. Não era muito fã de relembrar o passado, mas até que aquele passado não era algo tão ruim assim que merecesse ser esquecido... Mesmo com todas aquelas figuras, foi uma época interessante de sua vida.
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Re: Balcão

Mensagem por Marty Bey em 5/9/2015, 22:30

O Brasil não era um local pouco conhecido para Marty, pelo contrario. Já estivera em Verdello muitas vezes, embora nunca tivesse visitado o famoso Liceu Edoras, que poderia ser encontrando não muito longe dali. Seus pontos turísticos quando estava no Brasil não eram bem as ‘zonas’ acadêmicas. Mesmo Bey sendo um grande curioso e pesquisador, principalmente de animais mágicos, matéria que lecionou em Hogwarts e por qual o Liceu é aclamado mundialmente, o calor brasileiro sempre atraia o anão para outros locais.

No entanto, naquele dia ensolarado amazônico, não era pelas belezas locais que Marty se encontrava em Verdello. Havia recebido uma carta de um de seus antigos conhecidos: Matthew. Era uma carta muito enigmática, para não dizer pouco clara. A carta em questão não dizia o que o jovem bruxo realmente queria, embora Marty suspeitasse do que se tratava aquela reunião de amigos que o vice-diretor de Edoras programara para aquela noite.

A presença de Draguniv só reforçava sua teoria, principalmente depois do que acontecera no ultimo ano letivo de Hogwarts. Fatos que culminaram da decisão de ambos por se retirarem do quadro daquela instituição.

Felizmente, não era daquilo que Marty queria falar e quase nada o faria falar sobre. Não agora, não naquele local. A muito tempo não via o amigo e não queria ficar discutindo pormenores e outras chatices.

No momento que Ash ia receber outra garrafa de whisky Bey colocou a mão na frente.


- Me recuso a ver você, um apreciador da boa bebida bebendo esse whisky chinfrim. – Então, com um olhar de desculpas para o Barman completou. – Nada contra você Arthur, só contra esse Whisky. Traga um Licor igual ao meu para Ash.

Então, antes que Ash pudesse dizer qualquer coisa.

- Por minha conta. – Então sorrindo ao mesmo tempo que queria ver a reação do bruxo, falou. – Alias... UMA RODADA PARA TODOS POR MINHA CONTA!

Como o bar já não estava tão lotado, não sairia muito caro para o anão pagar a bebida para os presentes. Normalmente ele não gostava de chamar muita atenção, mas queria ver qual reação sua ação causaria em Ash.

Ainda sorrindo, respondeu a pergunta que o bruxo lhe fizera antes de Marty causar o rebuliço de vivas no local.

- Espero que aquelas duas bruxas morenas, meu amigo. – Disse sorrindo para duas bruxas que se encontravam também sorrindo  em uma mesa não muito distante e agradecendo as bebidas. – Afinal, depois de anos lecionando em Hogwarts a ultima coisa que quero é ver outro alcoólatra chato como o Luccin Anderson.
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Re: Balcão

Mensagem por Ash Dragunov em 5/9/2015, 23:28

Dragunov nem conseguiu aproximar o whisky da boca como pretendia, Bey foi mais rápido e tomou o mesmo dele antes do primeiro gole. Dragunov olhou de uma forma surpresa e engraçada e com aquela cara de "Está bem né", recebeu o licor de Arthur. Até que não foi tão mal assim, uma vez que, realmente, aquele whisky valia muito pouco e fez Dragunov economizar uns trocados.

O licor era realmente mais saboroso, embora não fizesse muito o estilo de bebida de Ash. Teria sido normal se Bey tivesse parado por aí, mas ele continuou e pediu uma rodada para todos que estavam no bar naquele momento... Nossa, agora que a discrição de Dragunov iria para o beleléu mesmo. Coçou a cabeça e fez uma cara mais cômica do que havia feito anteriormente, afinal, era rir pra não chorar.

Sem muito o que fazer, agora que todo o bar estava voltado para eles, Dragunov continuou degustando o licor enquanto seguia observando cada figura do bar. Foi então que Bey respondeu sua pergunta anterior comentando sobre as morenas que os observavam, mal sabia ele que o "encontro" com Eva foi "empolgante" só no início e depois foi um desastre, terminando com os dois calados no Expresso Hogwarts até chegar na própria Hogwarts.

- ... - não disse nada, enquanto observava as bruxas que Bey havia comentado. Parece que ser extravagante era irritante, mas tinha suas vantagens - E então Marty, o que veio fazer em Verdello? - disse o georgiano ao anão.

Dragunov não pôde deixar de dar um pequeno sorriso de canto da boca ao ser lembrado, pelo comentário engraçado Bey, das atitudes do bêbado Luccin. Estava próximo de terminar o licor e embora retribuísse os olhares das meninas que Bey comentara, não poderia deixar de notar um estranho homem encapuzado em uma mesa ao fundo do bar... Aquilo parecia estranho.
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Re: Balcão

Mensagem por Marty Bey em 6/9/2015, 21:23

Mesmo que para as pessoas normais não fosse perceptível, Marty ainda conseguiu levemente perceber que de fato Ash apreciava sua indicação. Isso era o suficiente para o anão.

- O que uma pessoa como eu vem fazer no Brasil., Ash? – Disse desconversando e pegando um pedaço de papel no balcão, onde começou a rabiscar algo. Era notável a face de reflexão que Marty fazia enquanto escrevia. Provavelmente seria algo importante. – Venho fazer o de sempre. Rever amigos, fazer novas amigas...

Depois de escrever, Marty terminou seu licor em mais um gole longo. Então, com um cara de quem estava prestes a aprontar algo, ele bateu a taça de licor na peça e falou para o garçon:

- MAIS UMA AQUI ARTHUR!

Tudo parecia normal, até que Arthur se aproximou com mais uma bebida para Bey. Que então se aproximou para o dono do bar e cochichou lhe entregando o papel:

- Vê aquelas duas morenas? – E apontou. – Mande dois copos de whisky montanhês gaúcho e este bilhete nosso.

No bilhete que estava a caminho estava escrito:


Bilhetinho:
O sorrido de vocês não é Expelliarmus, mas nos deixou desarmados. Que tal se eu disser Accio SUAS LINDAS e vocês se juntarem a nós?

Quando Arthur entregou o bilhete, Marty, que com uma mão segurava a varinha e com a outra o copo silabou: Accio Suas Lindas...]
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Re: Balcão

Mensagem por Ash Dragunov em 7/9/2015, 02:04

Dragunov já havia terminado o licor e seguia observando a todos ao seu redor. Ainda estava levemente intrigado com o homem suspeito ao fundo, mas seguia disfarçando, como se não tivesse o notado. Bey o respondeu enigmaticamente, como se só tivesse vindo de férias ver amigos e correr atrás de mulheres. Ash o conhecia tempo suficiente para dizer que aquela era apenas uma meia verdade.

"Marty está escondendo algo, preciso descobrir o que...".

Nesse momento, Bey começou a escrever algo em um papel, o que Ash, por um momento pensou que fosse para informar algo. Entretanto, qual não foi sua surpresa ao perceber que era apenas uma cantada para as garotas, juntamente com um whisky para as mesmas.

"Oh céus... Esse Marty...".

Dragunov levava as mãos à cabeça com um rosto surpreso, quando Bey murmurou "Accio Suas Lindas", incrível a astúcia do anão. Completamente sem jeito, Ash deixou pela primeira vez o semblante sério enquanto as garotas se aproximavam deles.

- Só você mesmo Marty... - disse Ash discretamente - Mas não pense que se livrou de meus questionamentos - completou sendo sério como sempre.

Ash então se voltou para a bruxa morena que Marty "colocou na fita dele". Estava ainda atento ao redor, mas procurou relaxar e, quem sabe, na companhia da bonita bruxa.
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Re: Balcão

Mensagem por Marty Bey em 7/9/2015, 06:24

Quando as mulheres receberam o bilhete e com um sorriso malandro se levantaram indo em direção a eles, Marty não pode esboçar outra reação se não a de felicidade.

- Não falei que essa bebida é boa? – Disse o anão olhando o rebolado das brasileiras. – Acho que tomamos uma poção de Felix Felicis e nem percebemos.

As brasileiras se aproximaram e começaram a conversar com os dois, forçando com que a atenção fosse dividida. Marty logo começou a se gabar de sua casa na Inglaterra, qual não visitava a meses depois que saira de Hogwarts, mas que sempre funcionava para impressionar bruxas estrangeiras, assim como sua nova vassoura, a Nimbus 3.0 Alfa, recém lançada no mercado europeu e  superfaturada de impostos nas terras tupiniquins.

O tempo foi passando, Marty foi bebendo devagar sua bebida ao mesmo tempo em que incentivava a garota, Beatriz, a beber cada vez mais, pedindo novas rodadas sem ao menos perguntar se ela queria.

Muitos poderiam considerar aquilo errado, mas Marty se aproveitada da pequena fortuna herdada de seus pais, assim como a da outra pequena fortuna que juntara como perito e posteriormente professor de assuntos relacionados a animais mágicos, para conseguir tudo que queria. Tanto que um de seus lemas era: Dinheiro não trás felicidade, mas manda comprar.

O bar já estava bem mais vazio quando Marty olhou parar Arthur, deu um piscada simbolizando que era para fechar a conta no mesmo esquema de sempre. Então Bey se virou para a bruxa, muita mais bêbada que ele e disse:

- Você nem usou Lumus Maxima, mas já me deixou bem acesso. – Ela sorriu dando espaço para o ex-professor, que aproveitou a brecha para fazer um convite. – Que tal irmos para um lugar mais reservado? Eu não sou animago, mas lá meu quarto eu viro animal, ein...

Nesse momento ele se aproveitou da deixa da bruxa para finalizar a conquista, fazendo questão de conduzi-la para um local mais restrito onde pudesse conversar de forma mais privada.

Ao sair, Bey passou por Ash tirando sarro.


- Cuidado com o meu amigo moça. Ouvi dizer que entre quatro paredes ele não é tão quieto assim, na verdade, que é como um Bufador de Chifre Enrugado... – Com uma risada descontraída,  completou: - Explosivo!

Antes que o amigo pudesse ficar desconcertado, como provavelmente ficaria, antes que a moça pudesse ficar assustado, Marty meio que se retratou, mas muito mais “atendeu” as vãs tentativas do amigo de ter uma conversa mais sóbria.

- Brincadeiras a parte, esse é um dos caras mais gente boa que conheço. – Fazendo uma reverencia para se retirar, terminou a conversa. – Me mande um canário correio senhor, e combinaremos de conversar com mais calma.
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Re: Balcão

Mensagem por Ash Dragunov em 9/9/2015, 15:18

Nesse momento Dragunov percebeu que não adiantava nada tentar arrancar algo de Bey, mas ainda poderia interagir dessa forma com a menina antes de finalizar a noite. Muito profissional e pouco delicado, Dragunov perguntou coisas sobre o cotidiano atual de Verdello para a bruxa, de nome Luana, e descobriu como andava o clima nos últimos tempos. Parecia que Verdello estava, de certa forma, aquecida demais, com as lojas sempre cheias e os hotéis lotados, o que ele mesmo percebeu quando se hospedou em um deles. A garota não sabia muito, mas sabia que muitas pessoas de fora estavam presentes na cidade, alguns familiares, mas outros muito estranhos.

"Intrigante...".

Dragunov até tentou arrancar mais, mas a menina já demonstrava sinais de cansaço, do dia, das bebidas de Bey e do bar em si, foi quando Bey fez uma piadinha sobre Dragunov para a moça e a mesma soltou umas risadas. O mesmo se retratou e pediu um "canário correio" para que ambos pudessem conversar com mais calma. Com toda certeza Dragunov entraria em contato.

- Em breve irei atrás de você... - disse Ash de forma enigmática a Marty - Mas... Onde estávamos mesmo? - disse se voltando para Luana com um meio sorriso.

Houvera feito muitas perguntas e questionamentos à moça, mas a mesma parecia ter gostado de seu jeito misterioso. Ash acabou notando que havia perdido o foco e o estranho homem no fundo do bar havia ido embora. Sem muito o que fazer, decidiu deixar o local com a moça.

- Vamos? - disse Ash estendendo sua mão - Eu tenho um quarto de hotel na cidade - completou de forma séria, mas receptiva.

Dragunov então deixou o bar na companhia da jovem bruxa, que consentiu às suas tímidas investidas. Apesar de ter que conversar com outra pessoa, era o momento de relaxar um pouco e deixar sua missão de lado. Dessa forma, rumou para seu quarto do jotel na companhia de Luana.

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